Um soco foi a primeira coisa que me veio em mente.
E depois palavras gentis.
- Filho da puta! Eu vou te matar, seu veadinho de merda!
Eu não pude evitar o primeiro soco, não mesmo. Quando se tem em uma mão um livro aberto no capítulo 7 e na outra uma lata de refrigerante, enquanto se caminha tranqüilamente pelo campus e se pensa que a vida tem um real sentido muito próximo de boa leitura e péssima bebida, não se espera que Arthur Taborsky lhe surpreenda com um soco na nuca.
Minha primeira reação foi cuspir o refrigerante em cima das páginas amarelas do livro. Não tive tempo para uma segunda reação, já que a macia sola do tênis de Arthur se chocou contra meu quadril e me lançou no confortável concreto da calçada. Acredite que, àquela hora, o chão estava quente: pude sentir com meu rosto.
Arthur Taborsky continuou seu exercício de gentileza ao chutar a lateral de meu corpo, de modo que eu pudesse levantar meu rosto e contemplar o céu daquela manhã. Que bom rapaz é esse Arthur Taborsky, pensei, que me permite a visão das nuvens. Onde eu estava com a cabeça ao contemplar as páginas amarelas do capítulo 7, quando eu podia estar viajando com as nuvens? Agora Arthur pisa com força em minha barriga; não bastasse o cheiro do sangue, agora eu sinto o gosto do sangue.
Ferro.
Sangue.
Nuvens.
Na ponta da minha língua.
Um rosto me observava no canto da cena. Enquanto a face de Arthur era de um elegante amor, ou felicidade, ou ódio, ou libertação, ou algo que possa juntar todos estes sentimentos e tantos outros em uma só expressão facial, o rosto espectador do desenrolar do massacre só demonstrava aflição e, talvez, culpa. Que prepotência a minha! Jamais culpa. Aflição. E angústia.
- Não é ele, Arthur.
Não adianta sussurrar, Arthur Taborsky não vai ouvir enquanto você não gritar em plenos pulmões. E, mesmo depois disso, o gentil cérebro de Arthur vai entrar em um conflito mesquinho. Seus neurônios de raciocínio dirão “Não é o cara! Fodeu! Parem!”, enquanto seus neurônios emotivos cantarão “O Barbeiro de Sevilha” e seus neurônios motores farão coro “Figaro! Figaro! Figaro!” a cada soco ou chute.
- Arthur! – gritou e segurou-o pelos ombros – não é ele!
- Como é? – e acabou-se a ópera.
- Não é o cara. Lembrava um pouco de costas, mas... Não é o cara.
- Como assim “não é o cara”, Ed?
- Não é o cara. Ele não anda como cara, não se veste como o cara, nem ao menos se comporta como o cara. Olha só pra ele!
Os dois pares de olhos se voltaram contra mim. Ali estava eu, ou melhor, meu corpo, largado no chão e contorcido de dores que não sentia. O meu eu, por outro lado, estava longe dali. Bem no alto, voando entre nuvens vermelhas que pareciam ferro derretido. E por mais que eu soubesse dos riscos de se mergulhar em uma poça de ferro incandescente, mais eu me sentia atraído ao mergulho. O calor me derreteria. Veja bem: o calor “me” derreteria. Como eu seria se eu fosse derretido? Como me comportaria? O que seria de mim sem meu eu, que se perdeu em uma nuvem vermelha de ferro derretido? Com todas as cascas jogadas fora, haveria de sobrar a matéria bruta da qual sou feito. Eu queria descobrir esta matéria. Eu queria descobrir este proto-Eu, este Adão, esta raiz.
Arthur Taborsky me mostrava o caminho.
Ed interrompeu tudo.
- Por um momento, Art. Por um momento esse filho da mãe se pareceu com o cara. Era ele! Mas agora... Não é.
- O que a gente faz agora?
- Eu não sei, cara. Juro que não sei.
A minha voz interrompe a conversa. Pode parecer estranho interromper a conversa de duas pessoas que você nunca viu na vida, mesmo que elas tenham interrompido de maneira gentil sua leitura, mas, mais importante que o capítulo 7, eu me via no direito de interromper! Ed interrompeu minha conversa comigo mesmo!
E isso foi rude!
Ah, bastante rude.
- Eu sei o que vocês devem fazer – eu falei com minha voz de ressaca. Eles se assustaram com o som da minha voz.
- Cara – disse o tal do Ed – eu acho que você deve ficar calado. Você pode estragar alguma coisa, se ferrar ainda mais, causar algum dano interno, saca?
- Quem tem que calar a porra da boca é você, Ed, e deixar o Art aí continuar o serviço.
A boca do Arthur estava aberta e algum som ancestral saía por entre os dentes. Ed, por sua vez, mantinha a boca fechada. Bom garoto!, pensei. O que deu nesse cara?, pensaram. Eles mantiveram aquela cara de espanto enquanto meu corpo se contorceu no concreto procurando uma posição mais confortável. Deu-se que a condição atual não permitia conforto: corpo dolorido e chão duro. Preferi ficar de joelhos, apesar da dor que me dava pelo simples fato de ainda existir.
Respirar era difícil. O ar era duro como concreto. Meus pulmões pareciam saquinhos de papel, daqueles que, se enchem demais de ar, estouram.
- Arthur... Art... Meu caro. O que você deve fazer é simples: me atinja no rosto. Com toda a força.
As caras de espanto de Arthur e Ed eram demais. Emocionantes, até. Dariam um belo quadro, não importando o estilo, nem mesmo as cores. Só havia uma cor relevante na cena: vermelho. Eu posso até imaginar o quadro emoldurado e exposto em algum museu dos grandes. Lá estariam:
Arthur.
Ed.
Seus olhos.
E o espanto.
Os olhos seriam a peça chave do quadro. Eles nem mesmo piscam, não se escondem na cena. Ao contrário, através daqueles olhos grandes e medrosos eu vejo e conheço os dois. E o Arthur é o mais bonito. Não sei porque, mas no quadro ele teria toda uma aura bonitinha ao seu redor e, se o pintor fosse católico, ele teria asas. Não asas de anjo, mas asas de querubim.
Foi aí que eu reconheci o som ancestral que saía da boca do Arthur.
Era o som de uma corneta.
Anunciando o fim dos tempos.
- Eu sei o que eu vou fazer, Art. Eu vou embora daqui. Esse cara tá começando a me assustar.
- Calma, Ed! Ele tá todo fodido, irmão! O que ele pode fazer com nós dois juntos?
- Não sei, Art. Mas esta situação já saiu do controle. Eu errei, cara! Eu até pensei em ajudar esse maluco, mas o cara pirou! Acho que você bateu forte demais.
- O cara tá bem, Ed. Só tá viajando um pouco.
- Não importa!
E o tal do Ed deu as costas para mim e iniciou uma marcha para longe dali. Eu pude perceber seus ombros relaxando no exato momento em que ele girou o corpo e não teve mais que me encarar. Os seus passos eram errantes: ele chegou a tropeçar umas três vezes antes de sair de vista, por trás de umas árvores.
Nós não vimos.
Mas, assim que o tal do Ed sumiu por entre as árvores, seu corpo se perdeu no espaço.
Ed não sabia onde estava, pois não conseguia enxergar nada.
Encostou-se em uma árvore.
E chorou.
- Por que você tá me pedindo isso?
Arthur continuou me encarando com aquela cara de espanto, agora protagonista única do quadro, já que Ed se fora. O som da corneta também se fora e agora ele falava claramente, sem forçar a voz ou ao menos gaguejar. Ele queria ter certeza que eu estava bem e não em alguma viagem maluca. Ele queria ter certeza de que não seria interpretado de maneira errada e que poderia dar uma resposta adequada ao que eu pedisse. Este era o Arthur: um mensageiro gentil, não importando seus métodos.
- Porque eu mereço.
- E por que você merece?
- Algumas vezes, a gente merece uns cascudos, Art.
- Você fez alguma coisa ruim?
- Todos nós fazemos muitas coisas ruins, não, Art?
- Eu achei que só eu fazia coisas ruins.
- Não pense nisso.
- Ok, então. Na boa?
- Na boa. Ah, Art?
- O quê?
- Obrigado.
Arthur chegou mais perto. Por um momento minha mente se distraiu com uma nova curiosidade: como seria? Depois de conversar assim com Arthur, como ele cumpriria o meu pedido de me bater na cara com toda a força? Tornaria a me jogar no chão e me acertaria com uma rajada de punhos? Ou preferiria pisar na minha cara até me transformar em alguém que eu não reconheceria ao olhar no espelho? Arthur colocou a mão na minha cabeça. Tudo ficou meio estranho, então, pois ele afagava meus cabelos! Arthur, o espancador, acariciando suas vítimas!
Mas aí estava o meu engano.
Percebi tarde demais que a mão sobre minha cabeça tremia.
Não era carinho.
Era medo.
- Isso vai doer – ele disse.
- Eu sei. Mas não import...
A mão tornou-se firme, segurou meus cabelos e empurrou minha cabeça para baixo.
Ao mesmo tempo, algo subia na direção do meu rosto.
Arthur: metamorfoseado em joelho.
Apaguei.
...
Ali estava eu.
E depois palavras gentis.
- Filho da puta! Eu vou te matar, seu veadinho de merda!
Eu não pude evitar o primeiro soco, não mesmo. Quando se tem em uma mão um livro aberto no capítulo 7 e na outra uma lata de refrigerante, enquanto se caminha tranqüilamente pelo campus e se pensa que a vida tem um real sentido muito próximo de boa leitura e péssima bebida, não se espera que Arthur Taborsky lhe surpreenda com um soco na nuca.
Minha primeira reação foi cuspir o refrigerante em cima das páginas amarelas do livro. Não tive tempo para uma segunda reação, já que a macia sola do tênis de Arthur se chocou contra meu quadril e me lançou no confortável concreto da calçada. Acredite que, àquela hora, o chão estava quente: pude sentir com meu rosto.
Arthur Taborsky continuou seu exercício de gentileza ao chutar a lateral de meu corpo, de modo que eu pudesse levantar meu rosto e contemplar o céu daquela manhã. Que bom rapaz é esse Arthur Taborsky, pensei, que me permite a visão das nuvens. Onde eu estava com a cabeça ao contemplar as páginas amarelas do capítulo 7, quando eu podia estar viajando com as nuvens? Agora Arthur pisa com força em minha barriga; não bastasse o cheiro do sangue, agora eu sinto o gosto do sangue.
Ferro.
Sangue.
Nuvens.
Na ponta da minha língua.
Um rosto me observava no canto da cena. Enquanto a face de Arthur era de um elegante amor, ou felicidade, ou ódio, ou libertação, ou algo que possa juntar todos estes sentimentos e tantos outros em uma só expressão facial, o rosto espectador do desenrolar do massacre só demonstrava aflição e, talvez, culpa. Que prepotência a minha! Jamais culpa. Aflição. E angústia.
- Não é ele, Arthur.
Não adianta sussurrar, Arthur Taborsky não vai ouvir enquanto você não gritar em plenos pulmões. E, mesmo depois disso, o gentil cérebro de Arthur vai entrar em um conflito mesquinho. Seus neurônios de raciocínio dirão “Não é o cara! Fodeu! Parem!”, enquanto seus neurônios emotivos cantarão “O Barbeiro de Sevilha” e seus neurônios motores farão coro “Figaro! Figaro! Figaro!” a cada soco ou chute.
- Arthur! – gritou e segurou-o pelos ombros – não é ele!
- Como é? – e acabou-se a ópera.
- Não é o cara. Lembrava um pouco de costas, mas... Não é o cara.
- Como assim “não é o cara”, Ed?
- Não é o cara. Ele não anda como cara, não se veste como o cara, nem ao menos se comporta como o cara. Olha só pra ele!
Os dois pares de olhos se voltaram contra mim. Ali estava eu, ou melhor, meu corpo, largado no chão e contorcido de dores que não sentia. O meu eu, por outro lado, estava longe dali. Bem no alto, voando entre nuvens vermelhas que pareciam ferro derretido. E por mais que eu soubesse dos riscos de se mergulhar em uma poça de ferro incandescente, mais eu me sentia atraído ao mergulho. O calor me derreteria. Veja bem: o calor “me” derreteria. Como eu seria se eu fosse derretido? Como me comportaria? O que seria de mim sem meu eu, que se perdeu em uma nuvem vermelha de ferro derretido? Com todas as cascas jogadas fora, haveria de sobrar a matéria bruta da qual sou feito. Eu queria descobrir esta matéria. Eu queria descobrir este proto-Eu, este Adão, esta raiz.
Arthur Taborsky me mostrava o caminho.
Ed interrompeu tudo.
- Por um momento, Art. Por um momento esse filho da mãe se pareceu com o cara. Era ele! Mas agora... Não é.
- O que a gente faz agora?
- Eu não sei, cara. Juro que não sei.
A minha voz interrompe a conversa. Pode parecer estranho interromper a conversa de duas pessoas que você nunca viu na vida, mesmo que elas tenham interrompido de maneira gentil sua leitura, mas, mais importante que o capítulo 7, eu me via no direito de interromper! Ed interrompeu minha conversa comigo mesmo!
E isso foi rude!
Ah, bastante rude.
- Eu sei o que vocês devem fazer – eu falei com minha voz de ressaca. Eles se assustaram com o som da minha voz.
- Cara – disse o tal do Ed – eu acho que você deve ficar calado. Você pode estragar alguma coisa, se ferrar ainda mais, causar algum dano interno, saca?
- Quem tem que calar a porra da boca é você, Ed, e deixar o Art aí continuar o serviço.
A boca do Arthur estava aberta e algum som ancestral saía por entre os dentes. Ed, por sua vez, mantinha a boca fechada. Bom garoto!, pensei. O que deu nesse cara?, pensaram. Eles mantiveram aquela cara de espanto enquanto meu corpo se contorceu no concreto procurando uma posição mais confortável. Deu-se que a condição atual não permitia conforto: corpo dolorido e chão duro. Preferi ficar de joelhos, apesar da dor que me dava pelo simples fato de ainda existir.
Respirar era difícil. O ar era duro como concreto. Meus pulmões pareciam saquinhos de papel, daqueles que, se enchem demais de ar, estouram.
- Arthur... Art... Meu caro. O que você deve fazer é simples: me atinja no rosto. Com toda a força.
As caras de espanto de Arthur e Ed eram demais. Emocionantes, até. Dariam um belo quadro, não importando o estilo, nem mesmo as cores. Só havia uma cor relevante na cena: vermelho. Eu posso até imaginar o quadro emoldurado e exposto em algum museu dos grandes. Lá estariam:
Arthur.
Ed.
Seus olhos.
E o espanto.
Os olhos seriam a peça chave do quadro. Eles nem mesmo piscam, não se escondem na cena. Ao contrário, através daqueles olhos grandes e medrosos eu vejo e conheço os dois. E o Arthur é o mais bonito. Não sei porque, mas no quadro ele teria toda uma aura bonitinha ao seu redor e, se o pintor fosse católico, ele teria asas. Não asas de anjo, mas asas de querubim.
Foi aí que eu reconheci o som ancestral que saía da boca do Arthur.
Era o som de uma corneta.
Anunciando o fim dos tempos.
- Eu sei o que eu vou fazer, Art. Eu vou embora daqui. Esse cara tá começando a me assustar.
- Calma, Ed! Ele tá todo fodido, irmão! O que ele pode fazer com nós dois juntos?
- Não sei, Art. Mas esta situação já saiu do controle. Eu errei, cara! Eu até pensei em ajudar esse maluco, mas o cara pirou! Acho que você bateu forte demais.
- O cara tá bem, Ed. Só tá viajando um pouco.
- Não importa!
E o tal do Ed deu as costas para mim e iniciou uma marcha para longe dali. Eu pude perceber seus ombros relaxando no exato momento em que ele girou o corpo e não teve mais que me encarar. Os seus passos eram errantes: ele chegou a tropeçar umas três vezes antes de sair de vista, por trás de umas árvores.
Nós não vimos.
Mas, assim que o tal do Ed sumiu por entre as árvores, seu corpo se perdeu no espaço.
Ed não sabia onde estava, pois não conseguia enxergar nada.
Encostou-se em uma árvore.
E chorou.
- Por que você tá me pedindo isso?
Arthur continuou me encarando com aquela cara de espanto, agora protagonista única do quadro, já que Ed se fora. O som da corneta também se fora e agora ele falava claramente, sem forçar a voz ou ao menos gaguejar. Ele queria ter certeza que eu estava bem e não em alguma viagem maluca. Ele queria ter certeza de que não seria interpretado de maneira errada e que poderia dar uma resposta adequada ao que eu pedisse. Este era o Arthur: um mensageiro gentil, não importando seus métodos.
- Porque eu mereço.
- E por que você merece?
- Algumas vezes, a gente merece uns cascudos, Art.
- Você fez alguma coisa ruim?
- Todos nós fazemos muitas coisas ruins, não, Art?
- Eu achei que só eu fazia coisas ruins.
- Não pense nisso.
- Ok, então. Na boa?
- Na boa. Ah, Art?
- O quê?
- Obrigado.
Arthur chegou mais perto. Por um momento minha mente se distraiu com uma nova curiosidade: como seria? Depois de conversar assim com Arthur, como ele cumpriria o meu pedido de me bater na cara com toda a força? Tornaria a me jogar no chão e me acertaria com uma rajada de punhos? Ou preferiria pisar na minha cara até me transformar em alguém que eu não reconheceria ao olhar no espelho? Arthur colocou a mão na minha cabeça. Tudo ficou meio estranho, então, pois ele afagava meus cabelos! Arthur, o espancador, acariciando suas vítimas!
Mas aí estava o meu engano.
Percebi tarde demais que a mão sobre minha cabeça tremia.
Não era carinho.
Era medo.
- Isso vai doer – ele disse.
- Eu sei. Mas não import...
A mão tornou-se firme, segurou meus cabelos e empurrou minha cabeça para baixo.
Ao mesmo tempo, algo subia na direção do meu rosto.
Arthur: metamorfoseado em joelho.
Apaguei.
...
Ali estava eu.
4 comentários:
muito foda
cadê o resto?
já li o texto mais de uma vez
em períodos de tempos diferentes.
Sempre tinha idéias diferentes quanto a uma nova vista.
Acho-o muito produtivo quanto a quantidade de idéias abstratas presentes nele, mas, nunca me vem uma idéia fixa.
É tudo muito claro
mas muito abstrato, ao mesmo tempo.
Talvez com a cabeça funda em água de piscina algo funcione.
vou ler, vou ler;
"Ali estava eu, em algum outro canto do universo"
Desculpa cara, não resisti por brincar com essas suas últimas palavras de forma a colocar minha filosofia besta. HAHAHAHA!
Ficou muito, muito, muito bom! Vou ler os outros, eu andei sumido mas estou de volta, estou de volta!
Vou esperar uma semana e ler de novo, enquanto isso vou lendo os outros, esse tempo que estive "fora" me deu um bom material pra analizar.
Forte abraço meu velho amigo, cuide-se.
Postar um comentário