segunda-feira, 9 de junho de 2008

Aleatoriedade fandanga

BigBang!
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Falta de paciência + falta de cognição + recortes de posts perdidos + cola branca = Alô, você!
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(Vozes)
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Eu acho engraçado. Não pretendo fazer mais um post nonsense, até porque, para mim, eles não o são, mas eu gosto dessa coisa de fuçar os blogs alheios. E fui fuçando, fuçando, fuçando (sem antes constatar que o senhor acertou o meu nome, Zé Skywalker. Parabéns.), até perceber que as pessoas escrevem muito bem. E esta porra deste space fica prendendo a cada teclada de modo que atrasa meu raciocínio. Bah! Chega de escrever!
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Bang!
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(Anomalia)
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Existe algo sobre o Pedro:
- Há de se escrever. (Thus) Há de se escrever. Há de se escrever. (saith) Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. (the) Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. (Lord:) Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. Há de se escrever. (Go!) Há de se descobrir!
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Bang! Bang!
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(The Monkey is on the table [and inside your mind])
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- Assim, eu não me importo que vocês fiquem parados aí, fuçando tudo que eu e meus entes fazemos, beleza? Eu entendo que é o trabalho de vocês, precisam ganhar o pão de cada dia como todos nós. Eu realmente não me importo que vocês anotem nesse papel tudo o que nós fazemos, se nos coçamos, o que comemos. Eu to ligado que vocês gostam de um barraco, porque é só alguém levantar a voz, que vocês escrevem feito uns loucos. A gente num pode nem trocar uns carinhos, que lá vem vocês escrevendo novamente. Sério, sério... Gente famosa tem que se acostumar com a fama e sair periodicamente nas suas revistas, eu sei... Agora... Eu não posso nem me masturbar em paz, cacete, que você já vem metendo os olhos onde não deve e acabando com todo o tesão que eu to sentindo por aquela gostosa da V de Vingança! Só porque você é mais alto e tem toda essa postura ridiculamente bizarra, pensa que pode se meter nas nossas intimidades mais íntimas? Meu, outro dia o Cicatriz me contou que vocês tiraram fotos dele comendo a Topete Repartido, fala sério!
Pedro olhou aflitivamente para a planilha de scan a procura de algum item relacionado ao comportamento que acabara de presenciar. O tempo era curto. Não encontrou nada relacionado ao ocorrido. Decidiu marcar um grande Xis em “Outros” e anotar nas observações “O indivíduo está conversando com o observador”.
- Não, não, não, não. Já deu o tempo! Não pode anotar mais nada até o próximo minuto!
- DAMN YOU, METODOLOGIA CIENTÍFICA!
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Ratatatatatatatatata!
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(Algo que você não deve fazer com seus testículos)
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- Pedro, qual a função da glande?
Alguém tinha que perguntar, afinal. É preciso descontrair quando se lida com assuntos mórbidos, certo? Pois bem, lá estava eu, o centro das atenções, segurando um pênis. Sim, um pênis. Um pênis não meu. Na verdade, a essas alturas, de ninguém. Um pênis morto. Preto e morto, simples assim.
Então, lá estou eu: cercado e armado com um pênis. Mas não basta explicar que a glande é uma expansão do corpo cavernoso, não, não. Não basta dizer que a uretra peniana passa pelo meio do corpo cavernoso, muito menos que os corpos esponjosos formam uma dupla. Dez minutos após o resultado positivo da monitoria, lá estou eu armado com um pênis e tendo que responder pra que diabos serve uma glande.
- Eu não aprendi isso em Embriologia...
- Você não pode dizer isso a eles!
- Mas eu não aprendi isso em Embriologia...
- Que se dane, ao menos você sabe do que está falando! Anda! Parla!
- Pois bem...
Suspiro.
- Por favor, não coloquem isso na prova.
- Mas você ta dizendo...
- Finjam que eu não disse! É simples!
- Ahn... Mas você é o monitor...
- Então finjam que estamos conversando lá fora.
- Para isso, temos que ir lá pra fora.
- Vocês não esperam que eu saia daqui segurando isso, esperam? Ok, não respondam. Existe... uma... teoria... que diz que... a glande... serve para expulsar esperma alheio do canal vaginal.
- Heim?
- O homem é um primata, logo, ninguém é de ninguém, bacanal, blábláblá, por favor não coloquem isso na prova! Então, quando um homem goz... ejacula na vagina de uma mulher, ele tem que ter total certeza de que seu esperma é o único que se encontra no... “recinto”.
- E como ele vai saber disso?
- Bem, ele não sabe, mas a evolução sabe.
- Sabe?
- Sabe! E não coloquem isso na prova.
- Pra que serve a glande, então?
- Bem, a glande possui essa crista aqui, além do pênis humano ser um órgão inflável, diferente de outros animais que podem apresentar pênis ósseos.
- Eeeew. Mas... como o Zezé di Camargo quebrou o próprio pinto?
- E o Latino também!
- Eu ouvi dizer que eles usam uma bombinha pra ficar com o bicho em pé.
- Aaaaaanyway, eu não sei nada do pinto do Latino e do Zezé di Camargo, mas sei que eles não têm ossos penianos. Pois bem, a glande. Através do... movimento... de... cópula, a glande de um homem vai expulsar o esperma alheio que estiver no interior do trato vaginal. Por isso que o ato sexual do homem demora mais do que o de outros animais, como o do coelho, por exemplo.
Pausa para que um dos alunos imite um coelho gozan... ejaculando.
- Heh... Exato. Resumindo, a glande serve pra expulsar o esperma alheio da vagina através do movimento na cópula.
- O de entra e sai?
- O de entra e sai.
- O créééééééééééééu?
- Sim, o créu.
- Boto fé!
- Mas, por favor, não botem isto na prova!
Santa mãe de Deus, onde fui parar?
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Fiiiiiiiu... Beeeei!
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(Adão e toda aquela merda da Criação. A.K.A. God is a sexy wannabe)
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Tal qual fogo em palha, minha mente chamou por este momento que não é meu. É simples, pois antes tudo é nada e sem sentido, tipo assim, o Caos. E lá no meio daquele nonsense colossal surge a idéia de se por ordem no recinto. Pensado isso, basta sete segundos, sete dias, sete semanas, sete anos, sete milênios, sete infernos para brotar o primeiro ramo e depois mais mil. Então o córtex vira selva, o neurônio vira bicho e a sinapse vira amor. Daí criou-se o mundo, irmãos, e toda aquela merda da Criação. Mas é tudo tão booooring, tão chaaaato, tão... tão... tédio! Tédio! Tédio! Tédio! Mil vezes tédio! Dizem os animaizinhos:
- Já sei!
- Cria a porra do homem!
- Vai! Vai!
- Queremos matança!
- Queremos sangue!
- Saaaaaaaangue!
- Isso é tão emocionante!
- Viver intensamente!
- Radical!
"Seus merdas estúpidos, eu sou o tédio, eu amo o tédio!" eu digo com minha voz de trovão, fazendo eles se calarem. Mas eu não amo o tédio, irmãos. Só que não posso parecer insatisfeito com minha própria criação, não, não. O que eu mais quero é matar um por um a cada peteleco e depois começar de novo, mas seriam mais 7 gerações de boooooring esperando o fermento surtir efeito. Então eu crio o homem, sou bondoso com meus bichinhos pedintes e mato todos eles! Viva! Viva! "Ok, seus cocôs, vou criar o homem. Mas depois não reclamem, tanto que para evitar reclamações eu vos tiro o dom da fala!"
- Weeeeeeeeeeee! Ainda bem que ele não tirou o nosso... muuuuuuuuuu!
Daí eu peguei um macaquinho do tipo chimp e falei pra ele "fica de pé!", mas não deu certo e ele não pôde dizer o porquê, já que a partir de agora eles não falam. Tive que, tipo assim, amarrar o macaco numa daquelas máquinas horríves horríveis de tortura, irmãos, e puxei puxei puxei até ouvir um trec trec das vertebras dele. Falei de novo "fica de pé!" e ele ficou de pé! Falei "depila-te, irmão!" e ele disse que tinha medo de cortar os próprios yarbles fora. "Não tem problema, pra cada yarble cortado fora, eu te dou mais três", eu digo, pois sou muito bondoso. Até que o macaquinho corta os dois e morre de hemorragia. Triste, triste, triste.
Pois bem, peguei aquela coisa espiralada doidona do macaco, sacudi, sacudi, sacudi, implantei na sementinha, plantei na terrinha e adubei com elastina. Não demorou muito, irmãos, até que brotou uma florzinha, tipo assim, gay. E de dentro saiu um macaco cabeçudo pelado. Eu até pensei "I will survive! He-hey!", mas foi um erro ter pensado nisso. Um erro. Um erro.
Pois bem, nasceu o "Coisa", como costumo chamá-lo carinhosamente.
- Qual é meu nome?
- Coisa.
- O que eu sou?
- Coisa.
- O que é uma coisa?
- Uma coisa.
- Quem é você?
- Eu sou (miau).
Terminada as apresentações, eu soltei o Coisa entre os bichos. Todos riram dele, tadinho, pois ele estava com o pintinho de fora.
- O que eles fazem?
- Riem.
- Por que riem?
- Porque teu passarinho está exposto.
- Por que criou-me nu?
- Porque acabou a tinta do tie dye. E teu bumbum é sexy.
- O que é sexy?
- Eu, hehe. (Ui!)
Então Coisa conviveu com os outros bichos por dois minutos, tempo suficiente para sua cabecinha pervertida notar algo.
- (Oinc), andei notando que todos os bichinhos têm um par que amam. Eu não gosto da minha macaca depilada. Será que você poderia inventar a mulher e o relacionamento matrimonial?
- JÁ CHEGA, CRIATURA PAGÃ! - eu falei com minha voz de trovão ultra-foda - DON'T TELL ME WHAT TO DO, AINDA MAIS SER FOR PARA INICIAR UM DRAMALHÃO PSICO-LOVE EM MEU PARAÍSO! - mentirinha poser, irmãos. Maria do Bairro domiiina. Thalia forever! RBD s2!- SOME DAQUI, COISA!
Decidi, então, expulsá-lo do Paraíso. Perguntas demaaaaais me eeeeeeenchem os divinos testículos.
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Boom!
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(Dead man walking)
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Todas as manhãs eu passo por ele.
Ele sempre está lá no mesmíssimo canto.
Todas as manhãs ele aponta aqueles olhos sonolentos em minha direção.
Mas ele nem se preocupa em levantar a cabeça baixa.
Nem se preocupa em dar um sorriso.
Nem ao menos um “oi”.
E então veio uma dessas manhãs, a última.
Ao receber seu olhar tedioso,
Ele sussurrou por trás dos dentes:
- Me liberte.
Prontamente respondi:
- Não te preocupe, cavalinho. Ao meio-dia serás um potro livre novamente.
E aqueles olhos pararam de expressar tédio ao contemplar o absurdo.
Na sua mente eqüina, as palavras se somaram: “Ele me ouviu”.
E na sua mente eqüina, as palavras sentenciaram: “Ele é um homem morto”.
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The Countdown! (Ieeeeeee!)
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(020)
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Não há nada de errado em esperar o zero vinte. Não há nada de mágico em esperar o zero vinte. Às vezes, quando chove, as pessoas recuam e te olham torto. Não, Pedro, você não pode continuar na chuva, aprenda isso: a chuva faz mal. Senso comum. Não te ensinaram isso na escola?
- Você tá se molhando, menino!
- ...
- Ei, menino!
- Uhn... oi?
- Você tá se molhando!
- Hum.... Ah!
- Eu, heim. Que menino esquisito, não é, Maria?
Não há nada de anormal em esperar o zero vinte. Às vezes, quando faz sol, um garoto fica te observando. Dos males de deixar a barba crescer, você pensa, dos males de deixar a puberdade se aflorar e não suprimir seus hormônios, você cita, é o de as pessoas te acharem encantadoramente bonito. Não... Não... Não da maneira mainstream. Não tá no peso ideal. Mas, de certo modo, bonito. Daí elas ficam te encarando como...
- Oi, qual é o seu nome?
- Ahn... Pedro.
- Mas... Não seria Júnior também?
- Uhn... Até onde eu sei... Não.
- Ah... É que eu achei que você podia ser meu tio. Hahaha.
- ...
Não há nada de estranho em esperar o zero vinte. Às vezes, quando te confundem com um parente e você fica olhando para o asfalto com as sobrancelhas nas nuvens, um zero vinte passa e tira de perto todos os sobrinhos rejeitados (e todos os cheiros desagradáveis e senhoras de pequeno porte barraqueiras e tarados que colocam os seus pênis para fora e figuras estudantis que precisam conversar em um volume elevado et cetera).
- Pedro, você está ficando velho.
- Eu sei.
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Nuclear End...
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(Primeiro Verso)
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Mandarei os enviados da paranóia.
Os que trazem a sarna mental.
Para promover a disruptura.
Tanto dentro como fora.
E ceifar todos os Egos.
E expor as genitálias.
E fazer chorar na chuva.
E de lágrimas criar torrentes.
Para então colher o fim.
E explodir em novo começo.
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!giBgnaB

2 comentários:

Caba disse...

Pena que, por mais que os outros tempos sejam indeterminados, o fim do ciclo do Primeiro Verso esteja no futuro.

Anônimo disse...

Nossa, nem lembro como tudo começou... que viagem... ao bosque do laranjeiras, ao 020, ao princípio da vida humana na Terra... acho que você tinha que ser o novo editor da biblia hahahah